100 Degrees of Brazil

100 days project

DAY 11. Eduardo Braga

Eduardo Braga 10x15 300dpi

Graphic designer.

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English: 

Eduardo Braga is a graphic designer by FUMA | 1992 |, and has an intense activity in the field of design, management and communication by People Communication Brands (Pessoas Comunicação de Marcas) as Director of Creative Strategies.

He participated in several national and international exhibitions, he had projects published in books, websites, magazines, newspapers and has published articles in magazines and websites specialized in design and communication.

Visiting Professor in Post – Graduation in Brand Management and Corporate Identity at IEC – PUC / MG.

Design Editor for the blog Olhar Gráfico, blog of all designs www.qu4tro.com.br/blog; He was a professor of design and publicity and advertising  courses at FUMEC, PUC. MG, UEMG,UNI BH and Univale colleges.

Projects developed for: Abraccinti ␣ Associação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Brazilian Association of Credit Unions), ABB -‐ Asea Brown Boveri, Atlas Revestimentos Cerâmicos, Banco Mercantil do Brasil, Banco Rural, Bazar Guri, Bosch, Coca-‐Cola, , Eletronika ␣ international festival of new music trends, Elster Medição de Água, Empresas Irgominas, Escola de Design da Universidade do Estado de Minas (School of Design, University of Minas Gerais State) ␣ UEMG, Faculdade de Comunicação e Artes da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (School of Communication and Arts)␣ PUC/MG, Faculdade de Farmácia da UFMG (School of Pharmacy), FIAT Automóveis (auto), Governo do Estado de Minas Gerais (Government of Minas Gerais State), Governo Federal do Brasil (Federal Government of Brazil), Minas Tênis Clube, Patogê Jeans & Co., Rede Globo de Televisão (Rede Globo of Television), Rede Minas de Televisão (Rede Minas of Television), Santa Casa de Montes Claros, TSE ␣ Tribunal Superior Eleitoral (Superior Electoral Court), TSJ ␣ Tribunal Superior de Justiça (Superior Court of Justice), TV Cultura -‐ SP, TV Grande Minas, TV Tribuna -‐ ES, Unicred Brasil, Unicred Minas Gerais, FUMEC University, Unilever and Usiminas, among other reputable companies.

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What is your impression about a brand called Brazil?

Brazil of people that are remarkable in advertising, in soccer, skateboarding, in free flight, literature, drama, film, the arts, in design, in the economy and in all areas, without the right to programs and processes with due government support.

People who innovate by desire, by vocation and obligation.

People that mark and are represented by the numeral 10 (TEN), the BR state force that ever wanted to be more – Brax, PetroBrax. Mixed culture, frozen in regional creative periods, shifted to the productive axes. Scenarios of economic management and our competence diffusers, which marks in all areas. But, that without a project, without a conducting wire, do not aggregate and  delegate, do not share or build, is dependent on individual talents, as well as the shirt number 10.

The brand that we don’t have and that we are immature to have, because a brand needs a unit plan* to achieve its goal. It’s not that we don’t have attributes, uniqueness, value and willingness. But we do not have consistency, strategy, investments in basic attributes of the social pillars that lead us to a consistent positioning, besides our cultural attributes and geographical and natural riches.

Brazil that was already the country of the future and today is a great economy, but that is on its way to lose great showcase exposure of consistent values, ​​with its geographical, cultural, industrial, innovational and development skills, leading skills, with major events sporting that will host.

A brand which needs (+) more than a number 10 (-), less confusing political systems, but of all possible philosophical figures combinations that numbers allow us to dream about, add to formulate viable equations in the new  socio-demographic-financial-sustainable heights necessary to those who aspire to be leaders, to be brands that mark.

Brazil, without brand with remarkable People, will still be a responsible brand.

* The mark of a nation must be built involving various disciplines from design to the cultural anthropology, from economy to political science, from communication to the laws. It should promote convergence of discussion and positioning of various social sectors such as political parties, ministries, departments, unions, associations, private initiative and have the effective participation of citizens in their construction and discourse, so that we have the commitment of the brand in all social spheres.

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– português

Sobre Eduardo Braga:

Eduardo Braga é designer gráfico pela FUMA | 1992 |, e tem uma atuação intensa na área de design, gestão e comunicação pela Pessoas Comunicação de Marcas como Diretor de Estratégias Criativas.

Participou de diversas mostras nacionais e internacionais, tem projetos publicados em livros, sites, revistas, jornais e já publicou artigos em revistas e sites especializados em design e comunicação.

Professor convidado na pós-‐graduação em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa do IEC -‐ PUC/MG.

Editor de design do blog Olhar Gráfico . blog de todos os designs http://www.qu4tro.com.br/blog Foi professor nos cursos de design e publicidade e propaganda na FUMEC, PUC . MG, UEMG, UNI BH e Univale.

Projetos desenvolvidos para: Abraccinti ␣ Associação Brasileira das Cooperativas de Crédito, ABB -‐ Asea Brown Boveri, Atlas Revestimentos Cerâmicos, Banco Mercantil do Brasil, Banco Rural, Bazar Guri, Bosch, Coca-‐Cola, , Eletronika ␣ festival internacional de novas tendências musicais, Elster Medição de Água, Empresas Irgominas, Escola de Design da Universidade do Estado de Minas ␣ UEMG, Faculdade de Comunicação e Artes da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais ␣ PUC/MG, Faculdade de Farmácia da UFMG, FIAT Automóveis, Governo do Estado de Minas Gerais, Governo Federal do Brasil, Minas Tênis Clube, Patogê Jeans & Co., Rede Globo de Televisão, Rede Minas de Televisão, Santa Casa de Montes Claros, TSE ␣ Tribunal Superior Eleitoral, TSJ ␣ Tribunal Superior de Justiça, TV Cultura -‐ SP, TV Grande Minas, TV Tribuna -‐ ES, Unicred Brasil, Unicred Minas Gerais, Universidade FUMEC, Unilever e Usiminas, dentre outras conceituadas empresas.

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Qual é a sua impressão de uma marca chamada Brasil?

Brasil de Pessoas que marcam na publicidade, no futebol, no skate, no vôo livre, na literatura, na dramaturgia, no cinema, nas artes, no design, na economia e em todas as áreas, sem direito a programas e processos com o devido apoio governamental.

Pessoas que inovam por desejo, por obrigação e vocação.

Pessoas que marcam e são representadas pelo numeral 10 (DEZ), da força estatal BR que já quis ser mais – Brax, Petrobrax. Da cultura miscigenada, congelada em períodos criativos regionais, deslocados para os eixos produtivos. Cenários da gestão econômica e difusores de nossa competência, que marca em todas as áreas. Mas, que sem projeto, sem um fio condutor não agrega e delega, não compartilha nem constrói é dependente de talentos individuais, assim como o camisa 10.

A marca que não temos e estamos imaturos para tê-la, pois uma marca precisa de uma unidade de plano* para conseguir seu objetivo. Não, que não tenhamos atributos, unicidade, valor e vontade. Mas não temos consistência, estratégia, investimentos nos atributos básicos dos pilares sociais que nos levem a um posicionamento consistente, além de nossos atributos culturais e riquezas geográficas e naturais.

Brasil que já foi o país do futuro e hoje é grande economia, mas que segue para perder a grande vitrine de exposição de seus valores consistentes, de suas competências geográficas, culturais, industrias, de inovação e desenvolvimento, de líder, com os grandes eventos esportivos que sediará.

Marca que precisa de(+)mais do que um número 10 de(-)menos sistemas políticos confusos e sim de todas as possíveis combinações filosóficas que os números nos permitem sonhar, agregar, para formular equações viáveis nos novos patamares sócios-financeiros- demográficos-sustentáveis necessários aos que aspiram ser líderes, serem marcas, que marcam.

Brasil, sem marca com Pessoas que marcam, ainda será uma marca responsável.

*A marca de uma nação deve ser construída envolvendo disciplinas diversas do design a antropologia cultural da economia a ciência política da comunicação ao direito. Deve promover a convergência de discussão e posicionamento de diversos setores sociais como os partidos políticos, ministérios, secretarias, sindicatos, associações, iniciativa privada e ter a participação efetiva do cidadão em sua construção e discurso, para que tenhamos o compromisso de marca em todas as esferas sociais.

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